
O Sistema Faemg Senar participou da segunda edição da Convenção Anual da ASSUL, realizada entre os dias 11 e 13 de março, em Poços de Caldas. O evento reuniu lideranças do agro, representantes de cooperativas, autoridades políticas e dirigentes de sindicatos rurais para debater temas estratégicos para o setor.
A programação abordou assuntos relevantes para o agronegócio brasileiro, como inovação, inteligência artificial no campo, reforma tributária, sucessão familiar e sustentabilidade.
Na abertura, o vice-presidente do Sistema Faemg Senar, Ebinho Bernardes, participou em nome do presidente, Antônio de Salvo, e ressaltou a importância da união entre produtores e lideranças do agro para fortalecer a representação do setor e enfrentar os desafios da atividade rural.
A gerente de Sustentabilidade do Sistema Faemg Senar, Mariana Ramos, conduziu uma palestra sobre regularização ambiental das atividades agropecuárias, apresentando orientações e instrumentos disponíveis para apoiar sindicatos e produtores rurais.
“Estar em dia com as questões ambientais e atento às oportunidades relacionadas à sustentabilidade representa hoje um diferencial competitivo para os produtores rurais. O Sistema Faemg Senar está de portas abertas para orientar sindicatos e produtores, levando informação de qualidade e apoio técnico”, destacou.

O presidente da ASSUL, José Eduardo Nunes de Souza, ressaltou a importância da convenção para promover o diálogo entre entidades e fortalecer o associativismo no agro.
“Estamos finalizando a nossa segunda convenção e tenho certeza da importância de trazer palestras que dialogam com o momento que o Brasil vive, abordando temas como inovação e inteligência artificial. Nosso objetivo era promover esse encontro entre sindicatos, cooperativas e parceiros, e acredito que conseguimos alcançar esse propósito”, afirmou.
Entre os destaques da programação esteve a palestra magna da professora Rita Mundim, que abordou o tema “Agro: do Brasil para o Mundo – Desafios e Oportunidades”, destacando a força do associativismo e da união entre entidades para enfrentar desafios e construir soluções para o setor.
“Quando vemos esse associativismo de vários sindicatos representando o Sul e o Sudoeste mineiro, percebemos uma somatória muito potente de forças. Quando essas pessoas se reúnem para trocar ideias e enfrentar problemas em busca de soluções, conseguimos melhorar a vida da comunidade, da região, do Estado e do Brasil”, afirmou a economista.